Capitulo 14: Cilada.
Recado da Autora:
É esta finalmente chegando o final…
Ao menus do livro 1…
Como no cap anterior há uma passagem de tempo e um acontecimento importante no final. Mas desta vez o acontecimento não termina no final do capitulo e sim e estende para os proximos 2 capitulos culminando no epilogo.
O que esta por vir, pode surpreender muitos ou não.
Até que desta vez não demorei muito para atualizar. Mas o louco é que quando você mesnos espera ja se passou 1 mês.. Desta vez 2 e algumas semanas.
Então sem mais delongas cap 14 com vocês…
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Os dias iam passando se arrastando, mas William estava entusiasmado com os nossos planos.
Ele ia a Porto Alegre às vezes ver empregos para mim quando os dias lá permitiam.
Era fácil conseguir algo assim com ele podendo ir lá e eu não. O charme vampirico dele abria qualquer porta e eu achava injusto com os outros candidatos. William dizia que esse charme todo deveria prestar par algo mais útil do que conquistar prezas, já que agora ele estava fora do mercado de matar humanos.
A cada dia que ele voltava de Poro Alegre, William exibia um semblante radiante e passava muitos momentos distraído. O que era totalmente antinatural para ele, já que sua atenção sempre estava voltada atentamente a mim e ao que havia ao redor.
Todas as vezes que eu tentava arrancar dele o porquê do fato ele desconversava. William estava aprontando e eu estava completamente no escuro. Da ultima vez,ele me havia aparecido de lente de contato marrom e carro. O que era agora? Loção anti-brilho? Para poder sair na sua em dia de sol? Seriamente, não duvidava muito. Se tratando de William tudo era possível.
Ele entregou currículos meus em vários lugares e eu fui ver na faculdade como eu podia pedir transferência.
O semestre estava acabando e esse era o momento certo para pedir.
Deu-me frio na barriga quando eu preenchi os papeis de transferência pedindo vaga na UFRGS. Eu dei uma sorte muito grande de ter aberto um edital de transferência para o curso de Filosofia de lá. Eu sabia que ia ser osso de conseguir. Ainda assim tinha uma pequena esperança e tentei também para a PUC-RS com o direito, mas não sabia como ia pagar.
Se a católica de Pelotas era seiscentos reais por mês. Como que seria a católica de Porto? Seis mil?
As provas finais chegaram e eu passei em todas. Com uma média boa. Meus professores realmente se surpreenderam comigo. Principalmente os da Filosofia, que já estavam acostumados de me ver rodando.
Os do Direito também me conheciam do outro ano que eu cursei e nesse semestre eu tinha sido impecável. Os professores ficaram tristes ao saber que eu estava pedindo transferência, por que mesmo sendo uma aluna que patinava nas matérias, tinha amizade com muito deles. Mas me desejaram boa sorte para conseguir. Eles sabiam que era quase impossível, com minha nota e histórico de repetente conseguir algo, principalmente para a federal de Porto Alegre.
O final do semestre chegou e eu só saberia dos resultados dos pedidos em agosto.
Julho seria bom. De papo para o ar, mas seria melhor ainda por que seria ao lado de William e nós estávamos preparando algumas viagens a Porto para entrevistas de emprego.
Eu poderia passar vários dias inteiros ao lado dele e surpreendentemente William dizia que iria pagar o hotel e a gasolina. Mesmo eu tentando dizer que ajudaria nas despesas.
Como que ele estava conseguindo esse dinheiro todo? Ora, ele nunca trabalhou na vida e também ele nunca teve dinheiro antes… Como?
Essa pergunta me corroia, mas era outra coisa que ele sempre usava a evasiva. Dizia para não me preocupar. Que dinheiro não era um problema.
“-Você não me assaltou um banco né?” Perguntei de modo brincalhão, mas vi o semblante de preocupação quando ele perguntou rebatendo minha pergunta. “- Se eu tivesse? Seria um problema?”
Minha cara de total mortificação o fez cair na gargalhada. Fazendo-me, bufar tanto de raiva que ele teve que penar para eu deixar de ficar brava com ele. E novamente ele não havia me respondido.
Eu estava cada vez mais magra. Já tinha atingido os noventa e quatro quilos, o peso mais baixo que eu já tinha tido antes e agora eu sabia que seria uma briga par perder o que faltava para ficar com um peso decente. Eu ia ter que fechar a boca de vez.
William ficou de cara quando eu falei isso para ele e me retrucou dizendo que ele ia me malhar mais intensamente e eu entendi o trocadilho me atirando nele.
O inverno tinha chegado de vez em Pelotas e ela estava mais parecida com Forks do que nunca. Úmida, fria e chuvosa. Essa era a Pelotas que eu conhecia e amava.
As arvores da vizinha ao lado da minha janela e as arvores do parque em frente, dava mais ainda o estilinho planeta verde a minha rua. Eu suspirava ao olhar da janela, William ria e me abraçava mais forte.
Mas assim como no relacionamento de Ed. e Bells, O frio era nosso inimigo. Eu queria ele perto de mim, mas o frio que irradiava dele, por muitas vezes quase me deixou gravemente doente. Fazendo minhas crises de bronquite atacar com mais força do que a anos não me afligia.
A estufa funcionava dia e noite sem descanso e a quantidade de mantas havia duplicado, para dar vencimento. Sim minha cidade era fria e aqui o inverno era mais rigoroso do que normalmente as pessoas pensavam de um inverno no Brasil. Mas aquele ano estava extrapolando. E até mesmo rumores de neve caindo andou rodando a cidade. Um fenômeno o qual raríssimas vezes havia acontecido por aqui.
Isso me deixava desconsertada, com uma sensação de dejá vu estranha.
Eu tinha conseguido uma promessa de emprego em Porto Alegre antes que chegássemos a agosto. Ao mesmo tempo em que finalmente as respostas das faculdades haviam chegado e por incrível que pareça elas tinham sido aceitas. O mais impressionante, pela PUC eu tinha ganhado uma bolsa integral que eu não tinha entendido como isso havia acontecido. Por que eu nunca havia ouvido tal coisa da PUC, mas eu ia estudar de graça lá e ainda teria ajuda de custo com os livros. Vai entender.
Eu iria para Porto Alegre no inicio de agosto, porque a PUC iniciava as aulas cedo. Diferente da federal, que por causa das greves só começaria na segunda dezena de setembro. Mas o que me afligia não era a data próxima da mudança, mas sim porque eu ainda não tinha contado a minha família. Eu e William tentávamos ver como faríamos isso.
Algumas das minhas coisas pessoais que eu não conseguiria deixar para trás, já estavam em caixas no porta-malas do novo carro de William. Agora não era mais o Golf alugado, mas ainda era um Golf preto. Desta vez novinho em folha, 0km e isso me surpreendeu mais inda. Como ele tinha conseguido esse dinheiro? Mas não adiantava eu perguntar. Havia me dado por vencida.
Era sábado de noite.
Chovia fraquinho, mas ainda assim dava para ver a lua cheia entre as nuvens.
Eu estava deitada na cama com as luzes apagadas esperando por ele.
A janela estava aberta e por causa da chuva ninguém estava na rua. Era um silencio incrível.
Meus pais tinham ido a porto alegre ver um carro e eu tinha ficado em casa.
Eu estava sozinha e William não sabia disso. Pois ele tinha ido antes dos meus pais avisarem que iriam viajar aquele fim de semana. Como ele estava caçando eu não iria ligar para dizer… ‘Podia assustar a presa’ eu pensava.
Eu estava quase dormindo quando ela apareceu e eu levei um susto coisa que normalmente não aconteceria. Só aconteceu por que no rosto de Elisandra tinha puro pavor.
“O que houve?” eu gritei na hora e ela pulou para viga da minha janela. Eu corri até a beira da janela.
“Você… Você prometeu!” Ela disse e eu fiquei sem entender. Mas meu coração apertou e aquele velho conhecido, buraco se aflorou novamente nele.
”Elisandra o que houve? É William? O que houve com ele? Pelo amor de Deus! Me diz!” Minha voz saia embargada mas ainda clara e forte.
Ela gemeu e tremeu fechando os olhos, que me fez apavorar ainda mais. O pior tinha acontecido! Eu sabia disso!
Eu comecei a chorar desesperada. “Me diz Elisandra! O que aconteceu?”
Ela me encarou com sue olhar vermelho cheio de agonia.
“Você disse que não hesitaria se a vida dele corresse risco. Não foi?” Eu entendi e gelei.
Eu via o desespero nos olhos dela, era dor pura, era terror alucinante.
Eu engoli em seco, respirei fundo, lutando contra o choro. Eu havia decidido. E proclamei minha decisão. Minha sentença, que abraçava sem resistência.
“A minha vida é dele! Se eu tiver que morrer para salva-lo. Eu não vou hesitar!” eu vi o alivio perpassar o rosto dela.
Eu sabia que ela não estava mentindo. Sentia isso fundo dentro de mim. Eu sabia que havia algo ruim acontecendo e eu tinha que impedir.
Eu sabia que não conseguiria continuar existindo sem ele. Eu preferiria morrer a isso. Viver uma vida novamente sem ele, agora era simplesmente impossível.
Então ela falou. “Você vem comigo?” e eu assenti com a cabeça.
“Temos que tentar!” ela disse ao me pegar no colo e sair pulando bem mais rápida do que ele.
”Ele ainda pode ter uma chance. Ele ainda pode ser perdoado. Se você não respirar mais!” Havia esperança alucinada em seus olhos, mas o desespero continuava. Nossas chances não eram muito grandes. Mas eu o manteria vivo, custasse o que custasse.
Ela corria incrivelmente rápido pelos telhados das casas e sem perturbação alguma. Era tão rápido que eu não conseguia enxergar direito o que passava por nós em alta velocidade. Realmente William era mais lento e menos forte do que ela. Isso me fez dar conta que agora que ele não bebia sangue humano, ele estava mais fraco e vulnerável ainda. Eu me odiei a ter deixado ele continuar com aquela bobagem. Se ele ainda tivesse continuado a se alimentar direito. ele poderia ter tido uma chance de escapar ou ao menos de lutar. Mas não minha relação com ele tinha o deixado em uma situação mais do que delicada. Simplesmente mortal.
Quando eu percebi tudo estava escuro a nossa volta, mas tinha luzes de casas a distancia e eu escutava o pasto alto, batendo nas pernas dela.
Nós estávamos em campo aberto e eu sabia que era perto do canal São Gonçalo , porque era possível ouvir o barulho de água por perto. Mas com certeza nós já havíamos passado por ele e eu nem tinha percebido por causa da velocidade.
A chuva tinha parado e a lua aparecia de vez enquanto. Minha visão não permitia eu ver muito mas eu percebi que agora corríamos a margem de um rio e não havia casas mais por perto.
Foi quando então ela diminuiu a velocidade e eu vi perto do rio. Iluminado por duas tochas e a luz da lua…
Haviam varias pessoas. Umas 6 e elas tentavam conter alguém.
Foi então que eu ouvi um rosnado enlouquecido de agonia e eu sabia de quem era. Quem estava sendo contido era William e ele tinha sentido o meu cheiro. Sabia que eu estava chegando.
Nós chegamos pousando com graça depois que Elisandra deu o ultimo pulo. Mas nós não nos aproximamos muito. Os Vampiros saíram da frente de William e apenas três restarão para conte-lo.
Eu reconheci na hora quem era o que pegava William por traz e fazia o ficar de joelhos. Era o meu Algoz daquela noite e os olhos dele brilharam quando me viram. Uma dor alucinante de decepção e raiva me tomaram por algum motivo desconhecido.
William olhava para o chão e eu sabia que se ele fosse humano ele estaria chorando. Eu não sabia que vampiros podiam ser machucados daquele jeito, mas William estava todo arrebentado e grunhia.
Eu tentei gritar mas não consegui e instintivamente tentei correr para ele mas Elisandra evitou me pegando pela cintura. “Ainda não!” ela disse.
Os vampiros ao redor riram de mim. “Esta ansiosa para morrer por seu amado?” o algoz falou, me fazendo olha-lo e transmitir com os meus olhos toda a raiva e ódio que eu tinha dentro do meu coração. Como ele ousava a fazer isso com William? Eu iria destroçá-lo! Mas eu não podia e isso me deixou com mais raiva ainda.
William agora olhava para Elisandra com uma fúria que eu nunca havia visto nele e eu vi que ela se encolheu atrás de mim e grunhiu também. Se ela fosse humana ela também choraria.
Eu olhei para William serenamente e ele finalmente me olhou. Por um momento eu sorri aquele meu sorriso irônico para ele e então me virei para nossos agressores quando a gargalhada fria, baixa e quase desumana saiu por minha garganta. Agora eu encarava a trupi de imbecis que tentava nos matar.
“Bom estou aqui!’ a festa pode começar!” e todos ficaram atônitos com a minha frieza.
Eu forcei o braço de Elisandra e disse. “Larga!” Tão rispidamente que ela atônita soltou. Eu andei mais pra frente olhando de um rosto para o outro e eu reconheci a todos. Eram os mesmos daquela noite, até mesmo Lídia estava presente. “Ola velhos amigos!”
Eu disse e todos assentiram com a cabeça para mim sorrindo.
“Vieram terminar o trabalho?” eu disse e o com aparência de mais velho falou. “Você sabe que não temos escolha.”
Eu assenti com a cabeça. “Mas podem deixar William fora disso… Não?”
Lídia riu alto e veio mais a frente para me encarar.. “Ele infringiu a mais grave de nossas leis! Ele merece ser destruído!”
Eu bufei de raiva, mas eu estava sendo fria demais ao ponto que a vampira ficou me observando sem entender.
“Acho que essa decisão não cabe a você! “ Eu disse e olhei para os outros.
Os outros vampiros se entre olharam.
Só um deles eu não reconhecia e agora eu percebia que meu algoz não conseguia me encarar mais.
Eu olhei de novo a William e ele me olhava com um desespero e pavor que jamais eu tinha visto nos olhos dele.
Eu mexi os lábios para que só ele entendesse enquanto os outros vampiros pareciam absortos conversando numa altura inaudível para mim. “Eu te Amo” eu sibilei e eu vi a dor se afundar nele. Com o rosto distorcido pelo desespero ele apenas respondeu… “Não morra!”
Eu sorri e balancei a cabeça. “Não tem jeito… Ao menos você… Viva por mim!”
Eu disse e dessa vez ele balançava a cabeça de exasperação.
Ele rosnou alto e os vampiros se assustaram.
Ele tentou novamente sair do aperto dos três vampiros que o seguravam tão firmemente. Mas isso só piorou as coisas.
Os barulhos horríveis, que eu jamais conseguirei apagar da minha memória, de pedras se batendo, ecoarão pelo ar e ele grunhiu quando caiu de joelhos de novo. Eu nunca imaginei como aquele barulho podia ser tão atormentador.
”Não piore as coisas William! ’ O velho disse e então um outro jovem de pele morena, que me lembrava a como eu imaginava Jacob e era o único que eu não conhecia dentre eles, se pos a frente
“Nós já decidimos…” Depois de uma pausa dramática, na qual eu segurei a respiração ele respondeu. “Ele vive, mas você não!”
Eu suspirei de alivio… E para a surpresa de todos completei “Seja rápido!”
Ele assentiu com a cabeça, ainda que totalmente atônito com minha reação. “Serei!” ele completou.
William dessa vez gritou, rugiu, sibilou desesperado. Agora todos os outros tentavam deter ele.
Elisandra se afastou de mim e o jovem moreno começou a avançar para mim.
Eu estava conformada…
Aquela esperança boba que eu havia tido na praia, era idiotice minha. Eu morreria ali para salvar a pessoa que eu amava e estava feliz por isso.
Aquela criança do sonho nunca estaria nos meus braços.
Tinha sido puro devaneio.
Eu morreria humana, mas nos braços de um vampiro.
Eu acabei percebendo que esse era o meu verdadeiro destino.
Quando ele finalmente chegou até mim, ao ponto de eu sentir seu cheiro adocicado que todos os vampiros possuíam, eu realmente achava que estava realmente conformada.
Que tinha aceitado a morte. Que não havia volta, que era a única maneira de pelo menos um de nós sair com vida. Ao menos a vida mais valiosa.
Quem eu era e o que eu era? Eu era ninguém! A única vez que verdadeiramente vivi, foi do momento que quase morri nas mãos de outros vampiro, em diante. Ter essa pequena sobrevida de poucos meses havia sido uma benção. Eu estava agradecida pela a oportunidade e como disse Bella, em um certo livro, uma certa vez.
Quando algo extraordinário, um sonho muito alem das suas expectativas acontece a você.
Você não se decepciona ao ele acabar tão abruptamente e tão violentamente. Simplesmente não tem como se lamentar quando finalmente acaba.
Mas como eu disse. Eu achava que estava conformada, por que uma esperança, que era horrível como uma praga pestilenta, floresceu dentro do meu coração.
A mesma esperança que na noite fatídica, que me inundou ao ponto de me fazer ter raiva de meu atacante e tentar faze-lo demorar a me matar, retornou a minha mente.
‘Será? Será que é possível?
Vampiros vegetarianos existirem?’
William me mostrou que era possível!
Será? Será que seria possível que os Cullen existissem?
Alguns meses atrás eu diria até mesmo que vampiros não existiam.
A situação que me encontrava me mostrava ao contrario.
Então seria possível de alguma maneira milagrosa eles existirem? Por alguma circunstância impossível, eles saberem de minha existência e saberem que estou em perigo? Eles viriam em meu socorro?Será que eles podiam de alguma maneira me salvar?
A imagem dos dois veio a minha mente e eu gritei por eles dentro da minha cabeça.
Eu rezei para que os Cullen me salvassem!
De alguma maneira… Que eles me salvassem!
Mas eu senti os braços frios do vampiro ao meu redor e a esperança esmoreceu.
Ele me forçou para baixo para que eu ficasse na altura para que ele pudesse me morder.
Eu senti o hálito gelado dele no meu pescoço e então…
“Parem!”
Sneak peak Capitulo 15:
“Largue ela!” A voz voltou a falar e o vampiro moreno hesitou e bufou sem entender.
“Agora!” Desta vez era uma voz feminina suave mas forte.
dezembro 23, 2010 às 1:29 am
tu morreu?
dezembro 23, 2010 às 3:50 pm
Nen eu e nen a Nessa.. HAUHAUHAUHAUHAU…
até dia 30 posto o cap 15.. ^^”
janeiro 21, 2011 às 2:34 am
Desistiu de vez da fanfic? =/
Justo quando tava no final?? Tava adorando!
janeiro 21, 2011 às 11:06 am
Não desisti não… é falta de tempo mesmo.. e vergonha na cara tmb.. =//
Li tu tem msn?
janeiro 23, 2011 às 4:50 pm
Eu sei como é não ter tempo pra fazer as coisas, desculpa ficar pedindo um novo capítulo toda vez…
Posta o próximo quando você tiver tempo e tranquilidade =]
Então… eu nunca entro no msn =/ é mais fácil me encontrar no Tumblr http://chizakura.tumblr.com/